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quarta-feira, 15 de maio de 2019

A Ilha de Entrada de Peter May

Opinião:
Os policiais não são bem o meu género, embora eu goste de ler um pouco de tudo.
Este como a maior parte deles, achei que não fosse nenhuma especialidade, mas já que estava cá em casa aproveitei.
E apesar de ao princípio não me ter cativado muito, insisti e ainda bem.
Começou a despertar o meu interesse e acabei por me envolver nele e gostar bastante.
Embora seja um policial e tenha mortes, não foi bem essa parte que me despertou o interesse.
A verdade é que fiquei super curiosa sobre a relação entre o detective e a mulher.
Valeu bem a leitura e nada arrependida de ter lido.

Sinopse:
Quando um homicídio abala a comunidade isolada da Ilha de Entrada, o detetive Sime Mackenzie embarca num pequeno avião, como parte de uma equipa oficial de investigação.
Com apenas dois quilômetros de largura e três de comprimento, a Ilha de Entrada é uma comunidade com pouco mais de 100 habitantes, o mais rico dos quais acaba de ser descoberto assassinado na sua própria casa. Coberta de sangue do marido, a melancólica esposa do morto conta à polícia uma história pouco credível sobre um intruso mascarado armado com uma faca.
A investigação parece ser pouco mais do que uma mera formalidade - as evidências apontam para um crime passional, implicando a esposa. Mas Sime fica intrigado com a viúva durante o interrogatório, convencendo-se de que já se encontram antes, apesar disso ser claramente impossível.
Assombrado por esta estranha certeza, as insónias de Sime são pontuadas por vívidos sonhos alucinatórios de um passado distante numa ilha escocesa, em que ele e a viúva desempenham os papéis principais. A convicção de Sime depressa se torna uma obsessão e apesar da evidente culpa da mulher, encontra-se convencido da sua inocência, a ponto de se achar num duro conflito entre o dever profissional e o destino pessoal.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Em Fuga de Peter May

Opinião:
A vontade de ler este livro não foi muita, ando mais virada para outro estilo, mas como o livro já está trocado...
Não posso dizer que me entusiasmou, mas também não foi uma má leitura.
Gostei mais de ler sobre a viagem que estes amigos fazem e a maneira como eles recordam o passado do que o crime em si.
Foi um daqueles livros que não foi bom, mas ao mesmo tempo não foi mau.
Não posso dizer que não gostei da escrita, porque já li outro livro dele e gostei.
A história em si não me cativou...

Sinopse:
Em 1965, cinco amigos, todos adolescentes, cansados da rotina e temerosos de uma vida previsível, fogem de Glasgow com destino a Londres e o sonho de serem estrelas e de transformar a sua banda de música num sucesso.
No entanto, antes do final do primeiro ano, três deles regressam á sua cidade natal na Escócia - e voltam diferentes, danificados, sem que ninguém perceba a razão para tal. 
Cinquenta anos mais tarde, em 2015, um brutal homicídio na capital inglesa obriga esses três homens, agora com quase 70 anos, a regressar a Londres e a confrontar, por fim, a mancha escura do seu passado da qual tentaram fugir durante toda a vida.