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terça-feira, 18 de agosto de 2020

As Filhas de Eva de Louise O'Neill

Opinião:
Já tinha ouvido falar neste livro, mas nunca me tinha puxado para o ler, até ao dia em que começo a ver novamente os comentários no Book Gang da Helena Magalhães e disse para mim mesma "é desta que o vou ler". Pedi emprestado a uma amiga que o tinha para ler, e credo, devorei-o! Para quem não teve a oportunidade de o ler aconselho vivamente a que o façam. Para que tenham noção, fala de uma sociedade em que as mulheres têm que ser perfeitas, com as medidas perfeitas e que são inicialmente instruídas desde pequenas para tal coisa, e o fim? Deus do céu! Tive que voltar atrás e voltar a ler para ver se tinha compreendido bem.

Sinopse:
Vencedor do Sunday Independent Newcomer of the Year Award 2014.
Vencedor do The Bookseller YA Award 2015.

Num mundo obscuro e perturbador, as raparigas já não nascem de forma natural, as mulheres são doutrinadas nas escolas, treinadas nas artes de satisfazer os homens até estarem prontas para o mundo exterior. No final dos estudos, as melhores alunas tornam-se "companheiras" e permitem-lhes viver com o marido e gerar filhos até já não serem necessárias. Para as raparigas que ficam para trás, o futuro - como concubina ou professora - é sombrio. As amigas Freida e Isabel têm a certeza de que irão ser escolhidas como companheiras - estão entre as melhores alunas do seu ano. Mas à medida que se aproxima o ano final, isabel faz o impensável e começa a engordar… Nessa altura chegam a este ambiente protegido os rapazes, ansiosos por escolher uma noiva. Uma crítica à obsessão da sociedade atual com o aspeto e o comportamento das mulheres. Um livro ousado, arrepiante e totalmente viciante.
 

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

As Filhas de Eva de Louise O`Neill

Opinião:
Posso dizer que achei o livro super esquisito e ligeiramente confuso, mas muito bom... opinião esquisita,certo?
Primeiro nunca tinha lido nada deste género e é um tema meio estranho, raparigas que são "fabricadas" para mais tarde serem escolhidas por Homens para serem suas companheiras ou então concubinas, caso não sejam escolhidas como companheiras.
Segundo as raparigas são "fabricadas", mas tem vontades, sentimentos e opiniões, apesar de na escola tentarem que elas sejam um estilo de robôs...
Para mim foi difícil compreender como é que alguém fabricado é capaz de isso tudo e de ainda por cima ter filhos, se as coisas não correrem bem elas podem ser reprogramadas ou simplesmente verem-se livres delas.
Terceiro bastante bom, porque me cativou do princípio ao fim e achei um tema muito interessante, pois hoje em dia olhamos demasiado para o nosso umbigo e esquecemos dos outros.
Acho que cada vez mais somos uma sociedade egoísta e oportunista que se esqueceu do que é a união e a bondade.

Sinopse:
Vencedor do Sunday Independent Newcomer of the Year Award 2014.
Vencedor do The Bookseller YA Award 2015.
Num mundo obscuro e perturbador, as raparigas já não nascem de forma natural, as mulheres são doutrinadas nas escolas, treinadas nas artes de satisfazer os homens até estarem prontas para o mundo exterior. No final dos estudos, as melhores alunas tornam-se "companheiras" e permitem-lhes viver com o marido e gerar filhos até já não serem necessárias. Para as raparigas que ficam para trás, o futuro - como concubina ou professora - é sombrio. As amigas Freida e Isabel têm a certeza de que irão ser escolhidas como companheiras - estão entre as melhores alunas do seu ano. Mas à medida que se aproxima o ano final, isabel faz o impensável e começa a engordar… Nessa altura chegam a este ambiente protegido os rapazes, ansiosos por escolher uma noiva. Uma crítica à obsessão da sociedade atual com o aspeto e o comportamento das mulheres. Um livro ousado, arrepiante e totalmente viciante.

segunda-feira, 20 de março de 2017

A Culpa É Minha de Louise O`Neill

Opinião: 
Este mês de Março tem sido o mês de experimentar novos autores e este é mais uma novidade para mim, pois nunca li nada dela.
Posso dizer que foi uma nova experiência e até interessante,  porque nunca li nada deste género e estava à espera de ser mais estilo romance do que um relato da real da própria personagem.
Além de que isto pode acontecer na vida real, apesar de não ter o fim que todos esperamos (pois todos querem um fim feliz), tem um fim bem realista.
Aqui temos Emma, uma miúda provocante e até muito gira e um bocado arrogante (Género: sou muito boa e controlo tudo) que vai a uma de várias festas que costuma ir.
Nessa festa acontece uma coisa de que Emma não está à espera e de que não se lembra, quando acorda no outro dia tem todos os conhecidos contra ela e a vida de Emma nunca mais será a mesma.
Uma boa experiência e a repetir mais livros desta autora.

Sinopse: 
Nomeado livro do ano 2015 no Irish Book Awards.
A culpa é minha é uma história poderosa sobre os efeitos devastadores do abuso sexual e da humilhação. 
Contada na voz da protagonista, somos arrastados para o centro da ação e obrigados a vivê-la intensamente com a jovem Emma.
A melhor escritora para jovens adultos da atualidade.