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terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Um Amor Como nos Filmes de Rachel Winters

 

Opinião:
Estava muito ansiosa por ler este livro e ainda bem que o fiz, achei-o muito giro, fofo e engraçado. Adorei a Evie e a sua forma de encarar o trabalho, como é perspicaz e determinada. E tenho de dizer que fartei-me de rir com os seus meet cutes, foi hilariante a forma como nos é mostrado tudo o que pode correr mal num encontro ao “acaso”. Achei o Ben um homem maravilhoso, em sofrimento, mas sempre disposto a ajudar e a dar um sorriso. E a sua filha, Annette é do mais fofo e fora deste mundo que existe. Gostei muito da relação de Evie com os amigos e a cereja no topo do bolo, é a relação que cria com o Ben e a Annette, relação essa que me deliciou. É um livro meio cliché, mas ao mesmo tempo fora da caixa e, apesar de não me ter enchido as medidas, foi muito agradável de ler e deu-me momentos de pura gargalhada.

Sinopse: 
É possível apaixonarmo-nos na vida real como acontece nos filmes? 
É o que Evie Summers tem de descobrir. Porque se ela não conseguir convencer Ezra Chester a terminar o argumento para uma comédia romântica, a carreira dela terminará. O problema é que Ezra pensa que as comédias românticas não refletem a realidade - e só voltará a escrever se Evie lhe provar que é possível conhecer um homem na vida real da mesma forma que acontece no grande ecrã. Evie não acredita no amor eterno, mas vai fazer tudo para salvar o seu emprego… mesmo que isso signifique recriar publicamente cenas icónicas de comédias românticas. Entornar sumo de laranja num estranho? Não há problema. Deixar o seu número de telefone em livros por toda a Londres para ver quem lhe telefona? Feito. Com uma pequena ajuda dos amigos - e de Ben e Anette, o adorável duo de pai e filha que testemunham constantemente as suas humilhações -, Evie está determinada em provar que é possível conhecer um homem da mesma maneira que Julia Roberts conheceu Hugh Grant. Mas quais são as chances de uma workaholic que desistiu do amor encontrar o seu príncipe encantado?

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Um Amor Como Nos Filmes de Rachel Winters

 

Opinião:
Vou começar por dizer que achava que ia ser um grande romance, mas não é, temos um livro com partes que possamos rir das situações, e óbvio que o romance também aparece não é. Temos a história de Evie, que tem o trabalho de convencer um famoso escritor Ezra Chester a terminar o argumento de uma comédia romântica, caso contrário a carreira de Evie termina. Como o escrtiro não tem ideias e não é muito virado para a comédia, Evie sugere uma série de encontros diferentes e fica com a obrigação (porque Ezra e Evie fazem este pacto) de lhe contar como é que cada encontro começa e acaba, de modo a ver se ele ganha inspiração para escrever o argumento. Estão a ver o filme certo? O amor bate mesmo à porta de Evie, e no meio de todas as situações, ela acaba por perceber que gosta mesmo dele, e mais não digo para não ser spoiler. Tem uma série de contratempos que nos leva a rir, e a engraçar com a personagem de Evie.

Sinopse:
É possível apaixonarmo-nos na vida real como acontece nos filmes?
É o que Evie Summers tem de descobrir. Porque se ela não conseguir convencer Ezra Chester a terminar o argumento para uma comédia romântica, a carreira dela terminará. O problema é que Ezra pensa que as comédias românticas não refletem a realidade — e só voltará a escrever se Evie lhe provar que é possível conhecer um homem na vida real da mesma forma que acontece no grande ecrã. Evie não acredita no amor eterno, mas vai fazer tudo para salvar o seu emprego… mesmo que isso signifique recriar publicamente cenas icónicas de comédias românticas. Entornar sumo de laranja num estranho? Não há problema. Deixar o seu número de telefone em livros por toda a Londres para ver quem lhe telefona? Feito. Com uma pequena ajuda dos amigos — e de Ben e Anette, o adorável duo de pai e filha que testemunham constantemente as suas humilhações —, Evie está determinada em provar que é possível conhecer um homem da mesma maneira que Julia Roberts conheceu Hugh Grant. Mas quais são as chances de uma workaholic que desistiu do amor encontrar o seu príncipe encantado?