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domingo, 12 de julho de 2020

Sinto-te de Ana Silvestre

Opinião:
Ganhei este livro num passatempo e já tinha parado há bastante tempo na estante. como ando este ano a tentar ler o máximo de livros que tenho parado na estante, resolvi pegar neste. Foi uma agradável surpresa, embora seja um livro curto, mas gostei bastante por ser diferente. Temos uma mulher que tem premonições e que acredita em sinais, tem alguém que aparece na sua vida e que a leva acreditar no amor. Tenho imensa pena que tenha sido curto porque poderia dar ainda um pouco mais de história com as premonições, mas que foi um livro bastante diferente foi.

Sinopse:
Ela «sente» os outros, tem premonições, acredita em sonhos e em sinais. Para um homem a conquistar vai ter de fazer aquilo que nenhum conseguiu: desvendá-la. Apenas um poderá fazê-lo, mas para isso terá de ser especial.
Até onde um homem está disposto a ir para conquistar uma mulher?

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Segunda-Feira de Ana Silvestre


Opinião:
Esta é a história de Beatriz, uma mulher casada, com filhos adolescentes e acomodada à vida não feliz que tem em casa. Perante a situação de doença da mãe, o medo de a perder e a reacção dos outros à sua forma de viver, começa-se a questionar sobre decisões tomadas até ao momento e sobre a sua vida actual... Contudo, é incapaz de tomar algum outro rumo na sua vida com receio das consequências...
Será que são os momentos de crise que promovem a mudança, o ganhar forças para mudar a vida, perseguir os sonhos e acreditar neles?
Este é o primeiro livro de Ana Silvestre que leio, e gostei muito. Uma escrita fluente, uma história simples, mas que é capaz de nos fazer também a nós reflectir. 

Sinopse:
Beatriz é uma mulher, igual a tantas outras, que perdeu os seus sonhos, depois de uma existência dedicada à família.
Encontra-se a meio da vida — se é que existe um meio em cada vida —, sente-se realizada profissionalmente, é pouco ambiciosa, tem dois filhos adolescentes e um marido com quem foi perdendo o diálogo e um motivo razoável para ficarem juntos; a somar a tudo isto, passa a ter a seu cargo a mãe, doente oncológica.
Este auge de dor irá transformá-la, criando nela uma metamorfose — algo de que, por vezes, todos nós precisamos para alterar o rumo da nossa vida e dar-lhe sentido.