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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

A Cereja Dela de Penelope Bloom

Opinião:
Entre ter lido A Banana dele e ter lido A Cereja Dela, é inevitável não fazer comparações, o primeiro tem mais lado de comédia, em que nos faz rir, neste segundo, começa com o William a perguntar pela cereja dela, não tendo (pelo menos para mim) tanta piada como consegui rir no primeiro livro. Gostava muito que a Quinta Essência lançasse os restantes, que poderão ter mais piada (ou não) mas, sendo que, há mais livros da autora, que pudessem publicar e não deixar uma colecção incompleta...

Sinopse:
William
Como é que a conheci a Hailey?
Bem, um cavalheiro não se deve gabar...
Felizmente, de cavalheiro não tenho nada.
Primeiro, paguei para ter a cereja dela.
A seguir, desflorei-a.
Depois disso? Deixei-lhe o meu cartão de visita e saí cheio de atitude.
Pode dizer-se que houve ali faísca...

Hailey
Como é que conheci o William? Ele entrou na minha confeitaria, comprou uma tarte de cereja, roubou uma jarra de flores (ainda não percebi porquê) e deixou-me o cartão dele.

Antes que vos diga o que fiz ao cartão, quero esclarecer um ponto:
O William não podia ter aparecido num momento pior.
A confeitaria estava a falhar. O meu horrível “ex” não me deixava em paz. Ah, e eu era uma virgem de 25 anos, o que fazia de mim alvo do massacre dos meus amigos…

Resolver esse probleminha com o William seria como matar uma mosca com um martelo. Um tanto excessivo…mas…tão bom. William era super sexy - a ponto de levar as mulheres a fazerem tolices. A ponto de me provocar pensamentos parvos… Por isso…liguei-lhe.
Talvez tenha sido um erro. Talvez estivesse a abrir a porta a um desastre.
Percebi logo que estava em apuros quando ouvi a sua risadinha sensual ao telefone e ele disse: “Fazes entregas em casa?”
 

sábado, 5 de outubro de 2019

A Cereja Dela de Penelope Bloom

Opinião:
Depois de ler o primeiro, este acabou por ser um bocado fraco.
Diverti-me muito mais com o primeiro, apesar de ter gostado mais de William do que do irmão.
Tem algumas partes giras, mas acho que a autora podia ter desenvolvido muito mais esta história.
Na minha opinião é um daqueles livros que não me arrependo de ler, mas também não vai ficar na minha memoria.

Sinopse:
William
Como é que a conheci a Hailey? Bem, um cavalheiro não se deve gabar… Felizmente, de cavalheiro não tenho nada. Primeiro, paguei para ter a cereja dela. A seguir, desflorei-a. Depois disso? Deixei-lhe o meu cartão de visita e saí cheio de atitude. Pode dizer-se que houve ali faísca…

Hailey
Como é que conheci o William? Ele entrou na minha confeitaria, comprou uma tarte de cereja, roubou uma jarra de flores (ainda não percebi porquê) e deixou-me o cartão dele.
Antes que vos diga o que fiz ao cartão, quero esclarecer um ponto: O William não podia ter aparecido num momento pior. A confeitaria estava a falhar. O meu horrível ex não me deixava em paz. Ah, e eu era uma virgem de 25 anos, o que fazia de mim alvo do massacre dos meus amigos… Resolver esse probleminha com o William seria como matar uma mosca com um martelo. Um tanto excessivo…mas…tão bom. William era super sexy - a ponto de levar as mulheres a fazerem tolices. A ponto de me provocar pensamentos parvos… Por isso…liguei-lhe.
Talvez tenha sido um erro. Talvez estivesse a abrir a porta a um desastre. Percebi logo que estava em apuros quando ouvi a sua risadinha sensual ao telefone e ele disse: Fazes entregas em casa?

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

A Cereja Dela de Penelope Bloom

Opinião:
Bom talvez o certo será as 3,5 :(

Sim é divertido, sim é atrevido, mas só 156 páginas ??!!! Nem dá para nos apaixonarmos pelas personagens e a acção desenrola-se tão rápido que num piscar de olhos acabou...
Tinha tudo para dar um livro que nos viciasse


Sinopse:
William

Como é que a conheci a Hailey? 
Bem, um cavalheiro não se deve gabar... 
Felizmente, de cavalheiro não tenho nada. 
Primeiro, paguei para ter a cereja dela. 
A seguir, desflorei-a. 
Depois disso? Deixei-lhe o meu cartão de visita e saí cheio de atitude. 
Pode dizer-se que houve ali faísca...

Hailey
Como é que conheci o William? Ele entrou na minha confeitaria, comprou uma tarte de cereja, roubou uma jarra de flores (ainda não percebi porquê) e deixou-me o cartão dele.
Antes que vos diga o que fiz ao cartão, quero esclarecer um ponto: 
O William não podia ter aparecido num momento pior. 
A confeitaria estava a falhar. O meu horrível “ex” não me deixava em paz. Ah, e eu era uma virgem de 25 anos, o que fazia de mim alvo do massacre dos meus amigos… 
Resolver esse probleminha com o William seria como matar uma mosca com um martelo. Um tanto excessivo…mas…tão bom. William era super sexy - a ponto de levar as mulheres a fazerem tolices. A ponto de me provocar pensamentos parvos… Por isso…liguei-lhe.
Talvez tenha sido um erro. Talvez estivesse a abrir a porta a um desastre. 
Percebi logo que estava em apuros quando ouvi a sua risadinha sensual ao telefone e ele disse: “Fazes entregas em casa?”

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Prestes a Sair: A Cereja dela de Penelope Bloom

Prestes a Sair: 27-08-2019
Sinopse:

William
Como é que a conheci a Hailey? 
Bem, um cavalheiro não se deve gabar... 
Felizmente, de cavalheiro não tenho nada. 
Primeiro, paguei para ter a cereja dela. 
A seguir, desflorei-a. 
Depois disso? Deixei-lhe o meu cartão de visita e saí cheio de atitude. 
Pode dizer-se que houve ali faísca...

Hailey
Como é que conheci o William? Ele entrou na minha confeitaria, comprou uma tarte de cereja, roubou uma jarra de flores (ainda não percebi porquê) e deixou-me o cartão dele.
Antes que vos diga o que fiz ao cartão, quero esclarecer um ponto: 
O William não podia ter aparecido num momento pior. 
A confeitaria estava a falhar. O meu horrível “ex” não me deixava em paz. Ah, e eu era uma virgem de 25 anos, o que fazia de mim alvo do massacre dos meus amigos… 

Resolver esse probleminha com o William seria como matar uma mosca com um martelo. Um tanto excessivo…mas…tão bom. William era super sexy - a ponto de levar as mulheres a fazerem tolices. A ponto de me provocar pensamentos parvos… Por isso…liguei-lhe.
Talvez tenha sido um erro. Talvez estivesse a abrir a porta a um desastre. 
Percebi logo que estava em apuros quando ouvi a sua risadinha sensual ao telefone e ele disse: “Fazes entregas em casa?”

quarta-feira, 24 de abril de 2019

A Banana Dele de Penelope Bloom

Opinião:
Um livro pequeno, de fácil leitura e com uma boa dose de cenas engraçadas.
As personagens são leves e arrancaram-me umas quantas gargalhadas, ora pela forma como se relacionavam, ora pela forma desastrada de estar de Natasha.
Se me arrebatou? Talvez não, mas li-o super rápido e deixou-me com sorrisos nos lábios e divertiu-me bastante.
Esperemos que os restantes livros sejam editados por terras lusas.

Sinopse:
O meu novo chefe adora impor regras.  E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. A sério. O tipo é viciado em bananas. E eu, claro, fui logo tocar na dele.  Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli.  E foi nesse momento que ele apareceu.  E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau! Mas deixem-me começar pelo início...Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho...

domingo, 21 de abril de 2019

A Banana Dele de Penelope Bloom

Opinião:
Foi uma boa aposta da Quinta Essência em trazer esta autora, e pelo que sei (segundo goodreads) são pelo menos 5 livros que já saíram em Inglês por isso vamos esperar e torcer para que a Quinta Essência lance todos. E basta uma pessoa ler a sinopse para saber que o livro têm tudo para correr bem ou mal dependendo do ponto de vista... Quem é que mandou a Natasha comer uma banana que não era a sua? E o Bruce que contrata a Natasha porque comeu a sua banana? Adorei ler a Natasha e as suas tropelias, embora seja um livro pequeno estava à espera de um pouco mais, mas vou ficar ansiosa para ler os restantes...

Sinopse:
O meu novo chefe adora impor regras. E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. A sério. O tipo é viciado em bananas. E eu, claro, fui logo tocar na dele. Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli. E foi nesse momento que ele apareceu. E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau! Mas deixem-me começar pelo início…
Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho…

terça-feira, 9 de abril de 2019

A Banana Dele de Penelope Bloom

Opinião:
Se queremos um livro bem disposto e que nos tira uma ou outra gargalhada aqui está ele!
A protagonista é tão desastrada que é impossível não nos rendermos a ela.
Não é um livro que pretenda ser um Pulitzer, mas cumpre aquilo que é pretendido ao ler um livro bem disposto e romântico?? Sim, sem dúvida!
Já fui espreitar a sinopse do segundo que será sobre o William... ui... fiquei curiosa...

Sinopse:
O meu novo chefe adora impor regras.  E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. A sério. O tipo é viciado em bananas. E eu, claro, fui logo tocar na dele.  Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli.  E foi nesse momento que ele apareceu.  E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau! Mas deixem-me começar pelo início...Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho...

segunda-feira, 1 de abril de 2019

A Banana Dele de Penelope Bloom

Opinião:
A verdade é que não se aprende nada com esta leitura, mas que é divertida e relaxante lá isso é.
Posso dizer que é uma leitura conjunta para Abril e eu comecei hoje durante a manhã e já acabei, mas o livro também não é muito grande.
Gostei bastante e adorei a conotação sexual à volta da banana, acaba por ser uma leitura leve e fácil de ler.
Para mim só teve um senão, achei Bruce bom demais ou provavelmente mole demais em relação ao dinheiro dele.
Ajudava todas as pessoas e queria sempre pagar tudo, mesmo a quem não merecia.
Fico à espera de mais histórias desta autora e de descobrir outras frutas...

Sinopse:
O meu novo chefe adora impor regras. E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. A sério. O tipo é viciado em bananas. E eu, claro, fui logo tocar na dele. Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli. E foi nesse momento que ele apareceu. E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau! Mas deixem-me começar pelo início…
Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho…

segunda-feira, 4 de março de 2019

His Banana de Penelope Bloom

Opinião:
Uma amiga minha brasileira, emprestou-me este livro para ler e disse logo que era a minha cara. Achei estranho depois de ter lido a sinopse, mas adoro um bom desafio. Sei que a Quinta Essência entretanto já o lançou por cá, e lamento a minha curiosidade era muita. Embora seja da mesma língua mas houve palavras que para mim não fizeram muito sentido, por isso vou esperar e ler em Português. Uma coisa posso vos dizer... eu não comia a banana dele lol

Sinopse:
O meu novo chefe adora impor regras. E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. A sério. O tipo é viciado em bananas. E eu, claro, fui logo tocar na dele. Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli. E foi nesse momento que ele apareceu. E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau! Mas deixem-me começar pelo início… 
Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson. 
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho…

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Prestes a sair: A Banana Dele de Penelope Bloom

Prestes a Sair: 19/02/2019
Editora: Quinta Essência
Sinopse:

O meu novo chefe adora impor regras.
E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. 
A sério.
O tipo é viciado em bananas.
E eu, claro, fui logo tocar na dele.
Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli.
E foi nesse momento que ele apareceu.
E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau!
Mas deixem-me começar pelo início...

Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho...