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quinta-feira, 26 de outubro de 2023

Nove Contos (não) Tradicionais de Natal de vários autores

 
Opinião:
Já me tinham dito que eram contos pequenos, no entanto há autores que não conheço, e decidi ler este mini-livro com várias histórias. E posso vos dizer que fiquei deslumbrada com algumas e até estava à espera de mais sobre a história contada. Minha nossa, a lista de autores portugueses para ler vai aumentando.

Sinopse:
Uma antologia de contos de Natal originais, muito pouco tradicionais e escritos por nove autores. Dulce Garcia, José Gardeazabal, Helena Magalhães, Bruno M. Franco, Yara Nakahanda Monteiro, Maria Isaac, Filipa Fonseca Silva, Maria Francisca Gama e a estreante A.R. Ruano, assinam estes nove contos que em comum têm apenas duas coisas: o Natal e muito pouca tradição.

sábado, 2 de abril de 2022

Ferozes de Helena Magalhães

 

Opinião:
Já tinha lido o livro Raparigas Como Nós, e também o Diz-lhe que não, e como é óbvio assim que tive oportunidade, agarrei-me a este livro também. É uma continuação das histórias do livro Diz-lhe que Não, por isso se não leram esse, leiam para irem comparando. Temos histórias de amizades, da descoberta do que queremos ser. Identifiquei-me logo à partida com uma das histórias, e também uma outra. É uma grande jornada que temos neste livro e que nos prova que somos mesmo Ferozes.

Sinopse:
Numa voz intimista e com humor, a escritora Helena Magalhães analisa o impacto da cultura patriarcal em que as mulheres continuam a viver, enquanto partilha histórias pessoais que nos fazem pensar sobre o crescimento, a descoberta de quem somos e qual é o nosso propósito. Tudo isto enquanto lidamos com as amizades, mudanças de empregos, família, perda, traumas e, claro, o amor.
Esta é uma história sobre os triunfos e as frustrações da vida adulta e os medos e incertezas que nos condicionam. Sobre aprendermos a deixar de ser como os outros nos veem para sermos aquilo que vemos em nós. E sobre os laços entre mulheres e a força transformadora das amizades femininas.
Porque é nessa jornada, com tudo o que carregamos aos ombros, que nos tornamos ferozes.
 

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Diz-lhe que não de Helena Magalhães

Opinião:
Eu tentei, juro que tentei gostar deste livro, até porque foi recomendado por uma boa amiga, mas mesmo assim não deu.
Tem algumas frases giras, mas tirando isso não achei piada nenhuma à história.
Consegui ler até ao fim, mas sinceramente não me disse nada e não desisti porque tento nunca fazer.
Boas leituras para quem gostar deste estilo, pois nem todos podemos gostar da mesma coisa.

Sinopse:
«Conheço muitas mulheres que escolhem ficar em relações de merda porque é muito mais fácil viver assim do que enfrentar o mundo sozinhas. Do que terem de continuar a procurar. Talvez essas relações só sejam de merda aos meus olhos. Talvez, para elas, sejam exactamente aquilo que procuram. Mas eu não nasci para isso. Nasci para amar (e ser amada) profundamente. Vou continuar a procurar, mesmo que continue a cair de cabeça no chão. Vou sempre dizer sim ao amor. Às borboletas no estômago. Às pernas a tremer. Quero viver todas as sensações que o amor me puder oferecer.

E nunca, nunca, nunca me vou contentar com menos do que isso. Neste livro cada Capítulo corresponde a uma história. Poderia dizer-vos que são ficcionais, mas não são. Se são 100% reais? Também não. Porque, por vezes, fantasiar um pouquinho aquilo que vivemos torna-nos mais felizes.» Helena acredita no amor, apesar das relações fast-food que muitas vezes sente na pele.

Enquanto homens como o Sem Cojones, o Flash, o Velho, o Poeta ou o Telecomunicações vão passando pela sua vida sem deixar nada para contar a não ser histórias caricatas e, por vezes, inverosímeis, Helena continua à procura sem se deixar cair na tentação de se acomodar. Ao seu lado as suas amigas Beatriz, Olívia e Laura também vivem relações marcadas pela traição ou pelo abandono, mas sempre com a ideia de que um dia o «Mr. Right» vai aparecer. A jornalista Helena Magalhães, num registo irónico e actual, apresenta-nos um livro que nos faz reflectir sobre as relações amorosas nos dias de hoje em que as redes sociais marcam o ritmo e as juras de amor são feitas por Whatsapp, os «amo-te» vêm em forma de fotografia pelo Instagram ou que os ex-namorados e as ex-namoradas dos ex-namorados convivem alegremente no Facebook, assistindo à nossa vida como se de uma novela se tratasse.

Porque o amor é mais do que isto e há que dizer «não» até que a vida nos dê a entender que chegou o momento de dizer «sim». Um «sim» apaixonado, confiante e absoluto.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Rapariga Como Nós de Helena Magalhães

Opinião:
Foi o meu último livro a ser lido no ano 2019. E que diversão que foi ler este livro, sabem aqueles livros que querem prolongar e até param de ler, para que possa durar um pouco mais? Foi o que eu fiz com este livro, mas depois disse para mim mesma, "Acaba de ler para ser o último livro deste ano" e foi o que fiz. Adorei! Vou seguir o trabalho desta autora português, aliás, vou já seguindo através do grupo do Book Gang que ela possui e adoro... Aconselho a leitura deste livrinho e garanto-vos que vão fazer apaixonar :D

Sinopse:
Uma história de amor irresistível, que é também o retrato de uma geração que cresceu sem redes sociais. Pode uma paixão da adolescência marcar o resto da vida?
Festivais de Verão, tardes na praia, experiências-limite com drogas, traições e festas misturam-se com amores improváveis e velhas amizades. Um romance intemporal nos cenários de Lisboa, Cascais e Madrid, que mostra tudo o que pode esconder-se atrás da vida aparentemente normal de uma rapariga… como tu.
«Beijamo-nos ao som daquela música que ouvia em casa sozinha deitada na minha cama. Durante o resto da vida, não importaria o que estivesse a fazer ou onde, quando ouvisse os primeiros acordes […], recordar-me-ia do olhar do Afonso fixado em mim, da sua mão no meu rosto, do meu coração a tremer e de me sentir a rapariga mais feliz do mundo. Porque Lisboa está cheia de bares a abarrotar de miúdas bonitas que, num piscar de olhos, se colocariam de gatas a ronronar nas suas pernas. Mas ele viu-me a mim.»
«Se algum dia se sentirem sozinhas, estranhas, deslocadas do mundo que vos rodeia, lembrem-se da Isabel, da Alice, da Luísa, da Marina e até da Marisa das argolas… Raparigas como nós.»

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Diz-lhe Que Não de Helena Magalhães

Opinião:
Já tinha lido que este livro seria excelente para se ler, principalmente quando andamos numa má fase em termos amorosos claro. Este é um bom livro que nos faz (pelo menos no meu caso, fez-me lembrar algumas fases de namoro), rir de algumas situações já tenhamos passado, e identifiquei-me com bastantes capítulos deste livro. Este livro é sem dúvida um bom livro para se ler e que possamos ver que não é só a nós que nos acontece desgraças, também acontece aos outros...

Sinopse:
«Conheço muitas mulheres que escolhem ficar em relações de merda porque é muito mais fácil viver assim do que enfrentar o mundo sozinhas. Do que terem de continuar a procurar. Talvez essas relações só sejam de merda aos meus olhos. Talvez, para elas, sejam exactamente aquilo que procuram. Mas eu não nasci para isso. Nasci para amar (e ser amada) profundamente. Vou continuar a procurar, mesmo que continue a cair de cabeça no chão. Vou sempre dizer sim ao amor. Às borboletas no estômago. Às pernas a tremer. Quero viver todas as sensações que o amor me puder oferecer. E nunca, nunca, nunca me vou contentar com menos do que isso. Neste livro cada Capítulo corresponde a uma história. Poderia dizer-vos que são ficcionais, mas não são. Se são 100% reais? Também não. Porque, por vezes, fantasiar um pouquinho aquilo que vivemos torna-nos mais felizes.» Helena acredita no amor, apesar das relações fast-food que muitas vezes sente na pele. Enquanto homens como o Sem Cojones, o Flash, o Velho, o Poeta ou o Telecomunicações vão passando pela sua vida sem deixar nada para contar a não ser histórias caricatas e, por vezes, inverosímeis, Helena continua à procura sem se deixar cair na tentação de se acomodar. Ao seu lado as suas amigas Beatriz, Olívia e Laura também vivem relações marcadas pela traição ou pelo abandono, mas sempre com a ideia de que um dia o «Mr. Right» vai aparecer. A jornalista Helena Magalhães, num registo irónico e actual, apresenta-nos um livro que nos faz reflectir sobre as relações amorosas nos dias de hoje em que as redes sociais marcam o ritmo e as juras de amor são feitas por Whatsapp, os «amo-te» vêm em forma de fotografia pelo Instagram ou que os ex-namorados e as ex-namoradas dos exnamorados convivem alegremente no Facebook, assistindo à nossa vida como se de uma novela se tratasse. Porque o amor é mais do que isto e há que dizer «não» até que a vida nos dê a entender que chegou o momento de dizer «sim». Um «sim» apaixonado, confiante e absoluto.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Prestes a sair: Raparigas como nós de Helena Magalhães

Prestes a Sair: 04-06-2019
Sinopse:
Uma história de amor irresistível, que é também o retrato de uma geração que cresceu sem redes sociais. Pode uma paixão da adolescência marcar o resto da vida?

Festivais de Verão, tardes na praia, experiências-limite com drogas, traições e festas misturam-se com amores improváveis e velhas amizades. Um romance intemporal nos cenários de Lisboa, Cascais e Madrid, que mostra tudo o que pode esconder-se atrás da vida aparentemente normal de uma rapariga… como tu.

«Beijamo-nos ao som daquela música que ouvia em casa sozinha deitada na minha cama. Durante o resto da vida, não importaria o que estivesse a fazer ou onde, quando ouvisse os primeiros acordes […], recordar-me-ia do olhar do Afonso fixado em mim, da sua mão no meu rosto, do meu coração a tremer e de me sentir a rapariga mais feliz do mundo. Porque Lisboa está cheia de bares a abarrotar de miúdas bonitas que, num piscar de olhos, se colocariam de gatas a ronronar nas suas pernas. Mas ele viu-me a mim.»

«Se algum dia se sentirem sozinhas, estranhas, deslocadas do mundo que vos rodeia, lembrem-se da Isabel, da Alice, da Luísa, da Marina e até da Marisa das argolas… Raparigas como nós.»