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sábado, 12 de outubro de 2019

Como parar o tempo de Matt Haig

Opinião:
As vezes vale a pena dar segundas oportunidades aos escritores, pois li um livro deste autor e não gostei.
Mas ao ler este resumo resolvi dar mais uma oportunidade e ainda bem pois gostei desta história.
Apesar de ser uma história que não é novidade, gostei da maneira como está escrita e da personagem principal.
Só posso imaginar o que deve ser viver tanto tempo, por um lado todas as experiencias e recordações que temos, mas por outro todas as pessoas que temos de largar pelo caminho.
Não sendo uma especialidade, este livro tem uma história gira e interessante.

Sinopse:
«Tal como basta apenas um instante para se morrer, também basta apenas um instante para se viver. Fecha-se simplesmente os olhos e deixa-se que todos os receios fúteis se esvaiam.»

O meu nome é Tom Hazard. Pareço ter 40 anos, mas não se deixe iludir… sou muito mais velho do que isso. Séculos mais velho. E este é o meu perigoso segredo.
Fui contemporâneo de Shakespeare, vivi em Paris nos loucos anos 20, cruzei os mares de uma ponta a outra. Eternamente a fugir do meu passado e à procura daquilo que me foi roubado. Mas sem identidade ou raízes, a vida eterna pode tornar-se um vazio.

Numa tentativa de voltar à normalidade, arranjei trabalho como professor de História. (Quem melhor para relatar o passado do que alguém que o viveu realmente?) Talvez desta forma consiga perder o medo de viver.
A única regra para pessoas como eu é nunca se apaixonarem. Infelizmente, descobri isto tarde demais.

Escrito com alma e coração, Como Parar o Tempo celebra aquilo que nos torna humanos e ensina-nos uma verdade universal: a vida deve ser vivida sem medos.

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Os Humanos de Matt Haig

Opinião:
Sinceramente não sei bem o que pensar deste livro, mas acho que está mais inclinado para o não gostei do que outra coisa.
A história é esquisita do princípio ao fim e foi bastante difícil de ler, a única coisa que para mim se aproveitou foi o que o alien aprendeu.
Que os humanos são diferentes pelos seus sentimentos e atitudes, nem sempre boas e racionais, mas mesmo assim são intensas.
Acho que não vai ser um autor que queira repetir, mas ao mesmo tempo não consigo deixar de ter curiosidade se os outros livros serão deste género.

Sinopse:
E se a terra fosse o planeta mais absurdo do universo? O professor Andrew Martin, génio matemático, acaba de descobrir a chave para os maiores mistérios do Universo.

Ninguém sabe do salto que isto representará para a Humanidade… exceto seres evoluídos de outro planeta. Determinados a impedir que esta revelação caia nas mãos de uma espécie tão primitiva quanto os humanos, estes seres enviam um emissário para destruir as provas. E é assim que um alien intruso, completamente alheio aos costumes, chega à Terra. Rapidamente, ele descobre que os humanos são horrendos e têm hábitos ridículos — comida dentro de embalagens, corpos dentro de roupas e indiferença por trás de sorrisos… Esta espécie não faz sentido!
Durante a sua missão, sob a pele e identidade de Andrew Martin, este alien sente-se perdido e odeia todos os terráqueos. Exceto, talvez, Newton, um cão. Contudo, quanto mais se envolve com os que o rodeiam mais fica a perceber de amor, perda, família; e de repente está contagiado: será que afinal há qualquer coisa de extraordinário na imperfeição humana?

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Prestes a Sair: Os Humanos de Matt Haig

Prestes a Sair: 16-04-2018
Editora: TopSeller
Sinopse:
E se a terra fosse o planeta mais absurdo do universo?

O professor Andrew Martin, génio matemático, acaba de descobrir a chave para os maiores mistérios do Universo. Ninguém sabe do salto que isto representará para a Humanidade… exceto seres evoluídos de outro planeta.

Determinados a impedir que esta revelação caia nas mãos de uma espécie tão primitiva quanto os humanos, estes seres enviam um emissário para destruir as provas. E é assim que um alien intruso, completamente alheio aos costumes, chega à Terra. Rapidamente, ele descobre que os humanos são horrendos e têm hábitos ridículos — comida dentro de embalagens, corpos dentro de roupas e indiferença por trás de sorrisos… Esta espécie não faz sentido!

Durante a sua missão, sob a pele e identidade de Andrew Martin, este alien sente-se perdido e odeia todos os terráqueos. Exceto, talvez, Newton, um cão. Contudo, quanto mais se envolve com os que o rodeiam mais fica a perceber de amor, perda, família; e de repente está contagiado: será que afinal há qualquer coisa de extraordinário na imperfeição humana?