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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Prestes a Sair: Abismo de Yrsa Sigurdardóttir

Prestes a Sair: 02-08-2019
Sinopse:

Um crime antigo e uma história atroz que mobilizam o leitor até à última página. À medida que a intriga progride, as personagens ganham grande densidade e mistério.
O segundo volume da série DNA, que consagrou a dupla formada pelo detetive Huldar e a psicóloga infantil Freyja, conta a história do aparecimento de uma cápsula do tempo, doze anos após a violação e o assassínio de uma rapariga em Hafnarfjördur. Dentro da cápsula são encontradas cartas escritas por crianças que, em idade escolar, imaginam como será a Islândia em 2016, e o que acontecerá nesse ano. Mas, no meio delas, é encontrada uma mensagem anónima, com uma lista de iniciais das pessoas que virão a ser assassinadas no mesmo ano. 
Só quando partes de corpos recentemente decepados começam a ser descobertas nos sítios mais insólitos é que surge a hipótese de que estas possam estar relacionadas com os nomes da lista e com um crime antigo a que se seguiu outro crime - um processo corrupto. Este livro impressionou críticos e leitores, e atingiu o primeiro lugar de vendas na Islândia.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Prestes a sair: O Legado de Yrsa Sigurdardóttir

Prestes a Sair:  06-07-2018
Editora:  Quetzal Editores
Sinopse:

Uma jovem mulher é brutalmente assassinada na sua casa, em Reiquejavique. A única testemunha é a filha de sete anos, mas a criança não fala. Quando uma segunda mulher é assassinada, a polícia fica literalmente sem saber o que fazer. Entretanto, um radioamador recebe mensagens peculiares que o põem em conexão com as mulheres assassinadas, e a curiosidade move- -o a começar uma investigação por conta própria. Huldar, o detetive responsável por este caso, e Freyia, a psicóloga que tem a cargo a miúda - que presenciou o homicídio -, são obrigados a trabalhar em conjunto. Mas esta colaboração não é fácil: poucas semanas antes tinham-se conhecido num bar e passado a noite juntos, e, na manhã seguinte, ao acordar, Freyia constatara, dececionada, que Huldar - que se dera a conhecer não como polícia, mas como um carpinteiro recém- -chegado à cidade - se eclipsara.