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quarta-feira, 21 de abril de 2021

Scarlet de Marissa Meyer

 

Opinião:
Se já tinha gostado do primeiro livro, este segundo foi ainda melhor. Fiquei agarrada à história e não o larguei até terminá-lo. Senti, neste livro, que finalmente estava a entrar na história e adorei ver a Cinder, personagem principal do livro anterior, num registo diferente, mais madura e convicta das suas ações. Adorei a Scarlet, a sua forma destemida de procurar e resgatar a avó e adorei o Wolf, aquela sua forma animalesca que amansa na presença de Scarlet. Foi um retelling da Capuchinho Vermelho e posso dizer que apesar de não ser muito fã desse conto infantil, achei que estava retratado de forma brilhante neste livro. Adorei o livro e achei-o cheio de reviravoltas e situações que me deixavam o coração nas mãos, sem dúvida que estou ansiosa para o próximo.

Sinopse:
Cinder elabora um plano para fugir da prisão e, se for bem-sucedida, irá tornar-se a fugitiva mais procurada da Comunidade. Do outro lado do mundo, a avó de Scarlet Benoit desapareceu. Scarlet entra em pânico e, na sua busca, acaba por descobrir que existem muitas coisas sobre a avó que desconhece, assim como ignorava o grave perigo que correu toda a vida. Quando Scarlet encontra Wolf, um lutador de rua que poderá ter informações sobre o paradeiro da avó, sente-se relutante em confiar nele, mas ao mesmo tempo sente-se inexplicavelmente atraída. Scarlet e Wolf tentam desvendar o mistério do desaparecimento da avó, mas deparam-se com outro quando encontram Cinder. Além de todos os problemas em que estão mergulhados, ainda terão de antecipar os passos da maléfica rainha Levana, que fará qualquer coisa para que o belo príncipe Kai se torne seu marido, seu rei, seu prisioneiro.

sábado, 20 de março de 2021

Cinder de Marissa Meyer


Opinião:
Sou uma mulher menina que adora a Disney e adoro ler livros que sejam retellings.
Gostei muito deste livro, não só pela história, mas porque, apesar de ser um retelling da cinderela, podemos ter acesso a uma história completamente distinta e que se afasta do típico conto infantil.
Adorei a Cinder, a sua forma de estar num mundo que a odeia e de sobreviver todos os dias com a mesma força e garra. Devo dizer que aquela madrasta dela é um ser odioso e não conseguiria viver com alguém assim por muito tempo.
O nosso Príncipe Kai deixou-me um pouco desiludida, apesar de tudo e de todas as circunstâncias do tema, achei-o um pouco fracote e sem muita força para seguir o que verdadeiramente desejava.
Achei que seria um apoio incondicional à nossa Cinder, mas... Não.
A história é muito interessante, principalmente na altura em que nos encontramos, o tema de haver uma doença contagiosa que mata um monte de pessoas... Lembra-vos algo??
Apesar de gostar muito do tema, da parte futurista e das personagens, tenho de dizer que o final foi um pouco corrido e achei mesmo que era um livro, que apesar de pertencer a uma série, seria um standalone, mas a verdade é que acaba num cliffhanger desgraçado e não aconselho a lerem sem o segundo por perto eheheh

Sinopse:
Com dezasseis anos, Cinder é considerada pela sociedade como um erro tecnológico. Para a madrasta, é um fardo. No entanto, ser cyborg também tem algumas vantagens: as suas ligações cerebrais conferem-lhe uma prodigiosa capacidade para reparar aparelhos (autómatos, planadores, as suas partes defeituosas) e fazem dela a melhor especialista em mecânica de Nova Pequim. É esta reputação que leva o príncipe Kai a abordá-la na oficina onde trabalha, para que lhe repare um andróide antes do baile anual. 
Em tom de gracejo, o príncipe diz tratar-se de «um caso de segurança nacional», mas Cinder desconfia que o assunto é mais sério do que dá a entender.
Ansiosa por impressionar o príncipe, as intenções de Cinder são transtornadas quando a irmã mais nova, e sua única amiga humana, é contagiada pela peste fatal que há uma década devasta a Terra. A madrasta de Cinder atribui-lhe a culpa da doença da filha e oferece o corpo da enteada como cobaia para as investigações clínicas relacionadas com a praga, uma «honra» à qual ninguém até então sobreviveu. Mas os cientistas não tardam a descobrir que a nova cobaia apresenta características que a tornam única. Uma particularidade pela qual há quem esteja disposto a matar.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Cinder de Marissa Meyer

Opinião:
Bom, para poder completar o desafio literário proposto pelas Viciadas, este livro está (pelo menos para mim) como autora nascida no mesmo ano/mês. Já me tinham falado muito bem deste livro, mas comecei a ler e eu (para que saibam) tento ler até às 100 páginas, se o livro não me puxa até às 100 páginas, não vale a pena insistir muito mais porque acabo por odiar o livro. Se li cerca de 80 páginas deve ter sido muito. Sabem a história da Cinderela? Agora imaginem como robô... Pois, por ser demasiado futurista para mim, não consegui ler mais... Não foi para mim um bom livro...

Sinopse:
Com dezasseis anos, Cinder é considerada pela sociedade como um erro tecnológico. Para a madrasta, é um fardo. No entanto, ser cyborg também tem algumas vantagens: as suas ligações cerebrais conferem-lhe uma prodigiosa capacidade para reparar aparelhos (autómatos, planadores, as suas partes defeituosas) e fazem dela a melhor especialista em mecânica de Nova Pequim. É esta reputação que leva o príncipe Kai a abordá-la na oficina onde trabalha, para que lhe repare um andróide antes do baile anual.
Em tom de gracejo, o príncipe diz tratar-se de «um caso de segurança nacional», mas Cinder desconfia que o assunto é mais sério do que dá a entender.
Ansiosa por impressionar o príncipe, as intenções de Cinder são transtornadas quando a irmã mais nova, e sua única amiga humana, é contagiada pela peste fatal que há uma década devasta a Terra. A madrasta de Cinder atribui-lhe a culpa da doença da filha e oferece o corpo da enteada como cobaia para as investigações clínicas relacionadas com a praga, uma «honra» à qual ninguém até então sobreviveu. Mas os cientistas não tardam a descobrir que a nova cobaia apresenta características que a tornam única. Uma particularidade pela qual há quem esteja disposto a matar.